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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

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Um ano após a morte de Kim Jong II e nada mudou na Coreia do Norte


Kim Jong-Un é mesmo diferente de seus predecessores e vai mudar o país? Infelizmente, a resposta é: "improvável". Parece que a Coreia do Norte está limpando apenas o exterior do copo e não o interior

Kim Jong II.jpg

O líder norte-coreano Kim Jong-Un permite que as mulheres usem calças em público, gosta de ver as apresentações de Mickey Mouse e seus amigos e até fez uma pequena reforma da agricultura, porém não fez mudanças importantes no primeiro ano após a morte de Kim Jong-II. Na verdade, ele está preocupado em construir sua imagem e reforçar a segurança. Ele aumentou o número de espiões procurando por organizações cristãs, na China, que ajudam os refugiados norte-coreanos. O uso de televisão, rádio e telefones celulares pelos cidadãos, também tem sido cuidadosamente investigado e os cristãos não relatam mudanças em sua situação.
O ano de 2012 deve ter sido muito atarefado para o Departamento de Propaganda. O próprio Kim Jong-II, o "querido líder", anunciou há três anos que neste ano a Coreia do Norte seria mais uma vez um país forte e próspero. Ele morreu em 17 de dezembro de 2011 e deixou o país para o seu filho, Kim Jong-Un, que aparentemente está com quase trinta anos. O regime tentou modelar o seu novo líder conforme seu avô, Kim II-Sung. Sua aparência e seus discursos espelham o eterno presidente da Coreia do Norte, mas, há diferenças. A presença de Kim Jong-Un nas apresentações com as personagens da Disney, além de mulheres usando minissaias e uma orquestra tocando músicas do filme "Rocky", foi amplamente divulgada na TV. Entretanto, o sonho de uma nação forte e próspera está ainda muito longe do prometido.
A parte mais importante da reforma agrícola que Jong-Un anunciou foi a de reduzir as unidades de fazenda cooperativas de quatro a seis pessoas, com a colheita sendo dividida em 70-30% entre o governo e os agricultores, enquanto aumenta a autonomia de fábricas e empresas.
Kim também enviou seu tio, Jang Sung Taek (formalmente o Segundo no comando, mas designado a cuidar e guiar o inexperiente Kim Jong-Un), em uma missão na China para encontrar um avanço para a situação alimentar.
Todos esses desenvolvimentos fizeram com que os observadores da Coreia do Norte pensassem: Kim Jong-Un é mesmo diferente de seus predecessores e vai mudar o país? Infelizmente, a resposta é: "improvável". Parece que a Coreia do Norte está limpando apenas o exterior do copo e não o interior. A sobrevivência do regime e a segurança são as únicas prioridades.
O número de espiões norte-coreanos está crescendo. Eles estão atrás de ativistas de direitos humanos e cristãos que ajudam refugiados norte-coreanos. As patrulhas das fronteiras foram substituídas pela Agência de Segurança Nacional, que pressiona quem for feito prisioneiro a divulgar informações sobre cristãos ajudando desertores. Dentro do país, cidadãos são pressionados a confessar seus crimes. Uma pessoa disse a um repórter da DailyNK.com: "eles estão juntando pessoas das fábricas, escolas etc., dizendo para que escrevam cartas confessando exatamente qual mídia estrangeira eles assistiram até agora. Quando eles te dão o papel eles te advertem de que sabem tudo mesmo, então é só escrever; quando, onde e o que você viu e com quem você conseguiu e a sua impressão sobre o que assistiu".
Colaboradores da Portas Abertas, dentro da Coreia do Norte, relataram que não houve mudanças nas circunstâncias em que os cristãos vivem, indicando que não há sinais de que Kim Jong-Un melhore a liberdade de religião no país. Na verdade, alguns cristãos presos foram torturados e depois soltos para atrair seus irmãos e irmãs ou servir como isca. "Isso é extremamente trágico", diz um colaborador da Portas Abertas envolvido no ministério entre os norte-coreanos. "É muito perigoso ajudar cristãos que foram libertos pelo governo. Alguns foram torturados tão severamente que não podem mais andar. Quase nunca podemos ajudá-los, porque isso traria muitos riscos para nós. Tudo o que podemos fazer é orar por eles. Sabemos que Jesus prometeu que não vai abandoná-los."
 
Trazendo esperança
O ministério da Portas Abertas sempre foi o de fortalecer o que resta. Portanto, muito secretamente levamos comida, remédios, roupas, livros e Bíblias para os cristãos na Coreia do Norte. Também treinamos os refugiados e temos alguns outros projetos acontecendo, mas que não podem ser divulgados. A coisa mais importante que podemos fazer é levar esperança aos cristãos, orar por eles e mostrar o quanto nos importamos com cada um. Temos entregado esses materiais, que são essenciais, apesar de todos os riscos. Um líder de uma igreja escreve em uma carta secreta: "não importam as circunstâncias que enfrentamos, continuaremos firmes nas poderosas mãos de Deus e continuaremos a marchar com toda força para o Reino eterno."
Nosso trabalho também é ajudar famílias cristãs que vivem em áreas remotas, como por exemplo, uma família em particular: "uma irmã estava sofrendo com sérios problemas de saúde e seus dedos e unhas dos pés quase caíram devido ao trabalho forçado durante muito tempo. Porém, pudemos ajudar a família dela com a graça e o amor de Deus. Eles sofreram dores enormes por conta do trabalho forçado, mas nunca se esqueceram de Deus. Ela ficou muito grata e não sabia como expressar sua gratidão para todos aqueles que os ajudaram. Ela disse também que se sente tranquilizada em saber que há irmãos e irmãs que estão sempre cuidando deles. Ela permanecerá forte para ser fiel e fará tudo que puder para retribuir todo amor que ela e sua família têm recebido."
Você também pode dar esperança para milhares de cristãos. Participe de nossa campanha especial de fim de ano. Dê presentes de esperança!
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